domingo, 23 de janeiro de 2011

Terminal Hidroviário de Itaituba está deteriorando

Terminal Hidroviário de Itaituba está deteriorando

Os transtornos estão aparentes, mas nada é feito.

Terminal Hidroviário de Itaituba está deteriorando
Estrutura está deteriorando
Itaituba - Quem frequenta o Terminal Hidroviário de Itaituba se depara com o descaso das autoridades locais com aquele que é umas das portas de entrada e saída da cidade. Os transtornos estão aparentes, mas nada é feito.

As rachaduras aumentam a cada dia e com isso aumenta, também, a preocupação das pessoas que frequentam o local. No período chuvoso, com o aumento do volume das águas do Rio Tapajós, o desgaste da estrutura é ainda maior.

Com o aumento do fluxo de pessoas, devido não haver mais vôos no aeroporto da cidade, o lugar se transformou em um verdadeiro problema para a população, que teme que o Terminal ceda.

A reforma, que foi prometida pelo atual gestor da cidade, ainda não teve nem inicio, nem vontade de ser executada, pelo que se pode notar fica apenas na promessa e na burocracia.

BR-163 que liga Santarém e Cuiabá poderá ficar pronta em dezembro

BR-163 que liga Santarém e Cuiabá poderá ficar pronta em dezembro

Com essa rodovia o país estará mais próximo do desenvolvimento

BR-163 que liga Santarém e Cuiabá poderá ficar pronta em dezembro
Anúncio era esperado há mais de 30 anos
Santarém - O presidente do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Luiz Antônio Pagot, ratificou o compromisso do Governo Federal em inaugurar a estrada BR-163, rodovia Cuiabá-Santarém, com extensão de 1.770 KM, em dezembro deste ano. Seguindo o cronograma da obra.

O compromisso de Pagot foi manifestado nesta semana durante reunião com diretores das construtoras que executam a pavimentação no Pará, onde o Ministério dos Transportes investe R$ 1 bilhão na Cuiabá-Santarém e em seu trecho coincidente com a BR-230, a Rodovia Transamazônica, no trecho de 120 km entre Campo Verde e Rurópolis.

O anúncio feito por Pagot era esperado há mais de 30 anos nos dois estados cruzados pela Cuiabá-Santarém, que foi implantada no começo da década de 1970 e que 15 anos depois recebeu pavimentação no governo do presidente João Figueiredo, entre Cuiabá e Nova Santa Helena.

A Cuiabá-Santarém é corredor de integração nacional e seu projeto nasceu no governo do presidente Juscelino Kubitscheck. Ela é parte de uma grande rodovia longitudinal que interliga o Rio Grande do Sul ao Pará cruzando Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso.

Em dezembro, quando a pavimentação unir o centro geodésico da América do Sul ao Marco Zero à margem do rio Tapajós, em Santarém, o Brasil virará uma das páginas de seu gargalo estrutural. Com essa rodovia o país estará mais próximo do desenvolvimento, porque a Cuiabá-Santarém mais que um grande rasgo na Amazônia é fator de integração, de abertura de mercados vocacionais e a melhor rota para o multimodal de transporte São Paulo-Zona Franca de Manaus.

A conclusão da Cuiabá-Santarém acontecerá quase que simultaneamente ao término da obra da Ferrovia Senador Vicente Vuolo, entre Alto Araguaia e Rondonópolis. Quando o trem percorrer esse trecho, Mato Grosso oferecerá mais 250 km de linha férrea ao multimodal de transporte de São Paulo a Manaus. Essa ligação será muito favorecida com o asfalto chegando a Santarém. Essas duas obras aquecerão a economia do setor de transporte em Mato Grosso.

Tomara que fatores climáticos ancorados pelas intensas chuvas amazônicas não impeçam o cumprimento do cronograma para a conclusão da obra e que dentro do prazo a Cuiabá-Santarém seja definitivamente entregue aos seus usuários e aos moradores em seu eixo de influência.

Quando a história da construção da Cuiabá-Santarém for escrita suas páginas contarão a saga de militares e civis do 9º Batalhão de Engenharia de Construção (9ºBEC) de Cuiabá e do 8º BEC de Santarém. Falarão de diretores e funcionários das empresas que participaram de sua construção e que ao longo do tempo cuidaram de sua manutenção. Citarão a diretoria e servidores do DNIT. Nesse contexto haverá espaço especial para Pagot, não somente pela obra em si, mas principalmente pela habilidade por ele demonstrada para afastar com sutileza as absurdas barreiras criadas em nome de inconfessáveis manobras por razões que fogem aos interesses nacionais.

Detran pode entrar em estado de greve

Detran pode entrar em estado de greve



O decreto do governador Simão Jatene com medidas de contenção de despesas publicado na última quinta-feira (20) deixou em alerta os servidores do Departamento de Trânsito do Estado do Pará (Detran). A categoria pode decidir já na próxima semana por entrar em greve na autarquia. Uma decisão nesse sentido deve ser tomada na próxima semana, durante assembleia agendada para as 8h do dia 26, na sede do órgão em Belém.
A direção do Sindicato dos Servidores do Detran (Sindetran) esteve reunida na manhã de ontem e decidiu que vai contestar judicialmente o decreto governamental. Segundo o diretor de comunicação do Sindetran, Lacênio Barbosa, o decreto ameaça não implantar a Lei de Reestruturação do órgão, aprovada no ano passado, e ainda suspende qualquer discussão sobre o Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR) dos servidores do Detran.
De acordo com o Sindetran, o Art 5º do decreto, incisos IV e V, visam “suspender a criação de planos de cargos e salários” e “sobrestar a criação e a majoração de vantagens pecuniárias”. Essas normas vão de encontro à Lei de Reestruturação, que prevê a instauração de uma tabela salarial superior do que a implantada para a categoria hoje.
“O governo não pode barrar o que para nós é um ganho já configurado em lei e nem decidir por decreto se podemos ou não lutar por melhorias de trabalho e salário”, contesta o presidente do Sindetran, Elias Monteiro. Segundo ele, a greve por tempo indeterminado só não será decretada imediatamente porque a categoria pretende dialogar com algumas secretarias do governo do Estado.
O DIÁRIO procurou a Secretaria de Estado de Comunicação, para comentar a indicação de greve do Sindetran, mas não obteve contato até o fechamento desta edição.

Com 3 gols de Rafael Oliveira, Papão goleia: 4 a 2

Com 3 gols de Rafael Oliveira, Papão goleia: 4 a 2


Com 3 gols de Rafael Oliveira, Papão goleia: 4 a 2 (Foto: Arte: Sergio Fiore)
Com 3 gols de Rafael Oliveira, Papão goleia: 4 a 2 (Foto: Arte: Sergio Fiore)
A maldição da derrota contra o Salgueiro (PE) vai sendo espantada do estádio Leônidas Castro, a Curuzu. Com três gols do atacante Rafael Oliveira, o Paysandu venceu o Castanhal por 4 a 2 na manhã deste domingo (23), na primeira rodada do Campeonato Paraense 2011. Mesmo fazendo uma partida ruim durante boa parte do jogo, o Papão se recuperou no final e conseguiu iniciar com vitória a briga pelo tricampeonato do Parazão.
O Paysandu entrou em campo com um esquema um tanto ‘confuso’. No meio-campo, praticamente quatro volantes, com Alex Oliveira, jogador que serviria de ‘maestro’ bicolor, flutuando no ataque com Rafael Oliveira. Por outro lado, o Castanhal mostrava entrosamento e disposição tática. O time de Luis Carlos Apeú conseguia com Flamel e Soares valorizar a posse de bola.
O Japiim da Estrada finalizou, e muito, nos primeiros 10 minutos. O goleiro Ney salvou os bicolores em duas oportunidades. Apesar do domínio, os interioranos se perdiam nas finalizações erradas. E, dentro de casa, com apoio de sua torcida, o Papão abriu o placar aos 12 minutos com Rafael, depois do passe com primazia de Alex Oliveira. A zaga castanhalense ainda falhou no lance: 1 a 0.
O gol acendeu o ânimo do clube da capital paraense, que começou a aparecer mais na grande área do goleiro Ângelo. O volante Alisson apoiou o setor de ataque, com os laterais Alax e Bryan atuando com jogadas de velocidade. O Japiim começou a sentir a pressão do Paysandu e caiu de produção.
Embate movimentado. Quem não saiu de casa esperando transmissão ao vivo pela TV perdeu um bom jogo. Com 30 minutos, um chute forte do volante Paulinho 47 na trave. Quase o empate do Castanhal! Na resposta, o Papa Títulos do Norte por pouco não fez o segundo. Alax cruzou rasteiro para Rafael Oliveira, que perdeu o gol embaixo da trave. Com 37 anos, Alex Oliveira mostrava disposição. Não era o mesmo da época em que atuava no maior rival do bicola, Clube do Remo, mas conseguia organizar o jogo mesmo quando o Paysandu se perdia no meio-campo do time da Cidade Modelo. E foi nas investidas rivais que a equipe alviceleste levou o gol de empate. Após cobrança de falta de Soares, a bola desviou na barreira e ‘morreu’ no fundo do barbante: 1 a 1.
Quatro minutos depois, o Castanhal não perdoou as falhas defensivas. Soares fez um golaço. Virada interiorana: 2 a 1. Nervosa, a comissão técnica do Paysandu via Rafael Oliveira ser egoísta e perder um gol claro no final do primeiro tempo. Se não fosse o goleiro Ney, o Papão sairia de campo goleado. A torcida gritava ‘timinho’ e vaiava o time de Sérgio Cosme.
Para a segunda metade da partida, o técnico Sérgio Cosme fez duas mudanças. Tirou Alax e Marquinhos para a entrada de Sidny e Heliton, respectivamente. Dessa feita, Alex Oliveira recuava para o meio-campo, na busca de dar mais equilíbrio para o setor, que pecava na posse de bola. Já o ataque ficava com uma velocidade maior, mas sem um jogador de referência. Mendes era lembrado pela torcida presente na Curuzu. Porém o atleta não foi relacionado para o embate de hoje.
As estocadas de Heliton melhoraram as investidas do Papão. Nada que pudesse dar perigo para a meta do goleiro Ângelo. Enquanto Luis Carlos Apeú pedia calma para os seus atletas, Sérgio Cosme parecia perdido. Gritando e gesticulando bastante, o comandante bicolor pedia jogadas em primazia pelo lado direito, aproveitando o bom momento de Heliton e Sidny naquele setor.
Com problemas para finalizar, o Paysandu iniciava os ‘chuveirinhos’ para dentro da área. Entretanto, os atacantes não apareciam para finalizar. A pressão exercida contra o Castanhal não surtia efeito, até que Rafael Oliveira resolveu passar pelo goleiro Ângelo e finalizar: 2 a 2. Vale lembrar que o passe do lateral-direito Sidny foi providencial. Sem perder tempo, o Papão virou a partida. Alex Oliveira chutou e Ângelo levou um verdadeiro 'frango': 3 a 2.
Guerreiro, o time do Castanhal partiu para cima. Em dois lances, Ney, mais uma vez, salvou os bicolores. A torcida, que no intervalo da partida havia vaiado o time, gritava, eufórica, até ver mais um gol de Rafael Oliveira, aos 41 minutos. Goleada do Papão: 4 a 2, placar final. (Gustavo Pêna, DOL)
Ficha Técnica:
Paysandu: Ney; Alax (Sidny), Cristiano Laranjeira, Tinoco e Bryan; Billy, Alexandre Carioca (Heliton), Marquinho e Alisson (Sandro); Rafael e Alex Oliveira.
Técnico: Sérgio Cosme
Castanhal: Ângelo; Tiago Gaúcho, Magrão, Preto Barcarena e Sousa; Ricardo Capanema, Paulinho 47 (Luis Fernando), Soares e Flamel (Ivan); Helinho (Clóvis) e Branco.
Técnico: Luis Carlos Apeú
Local: Estádio Leônidas Castro (Curuzu)
Árbitro: Clauber José Miranda
Cartão amarelo: Tinoco e Alax (PSC); Soares, Paulinho 47 e Branco (CAS)

Águia de Marabá e Tuna Luso empatam em 1 a 1

Águia de Marabá e Tuna Luso empatam em 1 a 1

Águia de Marabá e Tuna Luso empatam em 1 a 1 (Foto: Arte: Vinicius Passos)
Final de partida: Águia de Marabá 1 x 1 Tuna Luso (Foto: Arte: Vinicius Passos)
Deu empate na partida de abertura do Campeonato Paraense 2011. O Águia de Marabá saiu no lucro no resultado de 1 a 1 com a Tuna Luso Brasileira. Melhor em campo, os lusos mereciam a vitória na noite deste sábado (22), dentro do estádio Zinho Oliveira, em Marabá. Patrick, ex-Remo, abriu o placar aos 34 minutos do primeiro tempo, enquanto que Negreti deixou tudo igual aos 13 minutos da segunda metade do jogo.
Início de Campeonato Paraense 2011. Tuna Luso e Águia de Marabá entraram em campo na busca de iniciar a competição com uma vitória. Se os marabaenses buscavam deixar o ‘quase’ para trás após a perda do título em 2010 para o Paysandu, os belenenses precisavam mostrar que possuíam condições de disputar o Parazão com igualdade, voltando a ser a terceira força do futebol estadual.
Com a base da temporada passada, o Águia começou em cima. Logo aos dois minutos de partida, o experiente atacante Torrô levou perigo em chute pela esquerda. Defesa providencial do goleiro Adriano. Aliás, o ex-arqueiro do Clube do Remo evitou o pior em diversas oportunidades. Lenta, a Lusa não conseguia sair do campo de defesa, fato que facilitava as investidas contrárias.
Contudo, a partir dos 15 minutos, a Águia Guerreira cresceu no jogo e equilibrou as ações. A boa participação do meio-campo Elton, juntamente com o total desentrosamento do Azulão, fez com que a Cruz de Malta tivesse as melhores oportunidades de abrir o placar. Mas quem fez o primeiro gol do Estadual foi o Águia. Após falha de Negreti, Torrô finalizou. Aos 34 minutos, depois de boa defesa de Adriano, o atacante Patrick não desperdiçou: 1 a 0.
Para a segunda metade da partida, jogo corrido e disputado. Mesmo após ter levado o gol, a Tuna conseguiu equilibrar o lado emocional e conseguiu deixar o Águia para trás na velocidade dos seus atacantes. Sem Flávio Goiano, expulso por reclamação, os lusos tinham a liderança dos experientes Alexandre Pinho e Izaías, hoje conhecido como Zazá.
De tanto tentar, a Águia Guerreira conseguiu o seu gol de empate aos 13 minutos. Destaque do embate, o meio-campo Elton fez uma verdadeira ‘festa’ na defesa aguiana e tocou para Negreti, livre, fazer 1 a 1. Nervoso, o Azulão se ‘enroscava’ na defesa. As poucas oportunidades saiam de jogadas individuais. João Galvão levou a mão na cabeça quando viu a ‘bomba’ na trave do lateral-direito Ley. Ninguém foi de ninguém na estreia do Parazão.