terça-feira, 31 de julho de 2012

Lyoto Machida desafia Ryan Bader

Lyoto Machida desafia Ryan Bader

Lyoto Machida desafia Ryan Bader (Foto: Bruno Carachesti)

(Foto: Bruno Carachesti)

O tempo de espera foi longo, mas finalmente chegou ao seu fim. Sem lutar desde dezembro do ano passado, Lyoto Machida volta ao octógono do Ultimate Fighting Championship (UFC) para trilhar seu caminho de volta ao topo. No próximo sábado (04), Machida enfrentará Ryan Bader em Los Angeles, em uma das lutas do card principal do UFC On Fox 4.

Antes, Lyoto ficou sem definição de uma possível luta, chegando a cogitar uma troca de categoria para poder se manter ativo no esporte. Com o anúncio de sua volta ao UFC, Lyoto intensificou seus treinos para se preparar. O americano Ryan Bader não é um total desconhecido do lutador paraense. Vencedor da oitava temporada do The Ultimate Fighter americano, Bader chegou a treinar com Machida durante alguns episódios do reality show.

Segundo Lyoto, o treinamento sempre é focado para o UFC, mesmo antes de qualquer luta ser anunciada. 

A partir do anúncio, o treinamento começa a se focar no estilo do adversário. “Esse tipo de treinamento já vinha sendo feito, então agora é especificar cada vez mais, se moldando ao adversário. Pra poder aprimorar mais, pois ele é um cara que vem do Wrestling (estilo de luta que se utiliza de agarramentos), um cara que é muito bom de queda e vem de uma grande vitória”, revela Machida.

Apesar da própria academia em Belém, Lyoto está em preparação para a luta em Los Angeles, na Blackhouse, mesma academia onde os brasileiros Anderson Silva, Minotauro e Wanderlei Silva treinam. 

Além da luta do paraense, o evento ainda contará com outro brasileiro no card principal. Maurício “Shogun” Rua enfrenta o americano Brandon Vera pela luta principal da noite. Segundo o chefão do UFC, Dana White, os dois brasileiros têm chance de voltar a disputar o cinturão dos meio-pesados, que atualmente pertence a Jon Jones.

bola.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

JACAREACANGA/PA: Técnicos fazem perícia em casa de Munduruku

Técnicos fazem perícia em casa de Munduruku

Peritos do Instituto de Criminalística do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves estiveram no dia 24 na casa onde o índio Leo Akay Munduruku teria sido assassinado, no município de Jacareacanga, no oeste do Pará, em busca de algum vestígio do crime. Não há previsão de resultado do laudo.

A técnica utilizada pelos peritos foi a luz forense, onde utilizam uma substância chamada de "luminol" que dá o contraste e detecta vestígios de sangue.

Pelo menos seis pessoas participaram direta e indiretamente do crime, entre eles traficantes de drogas da região.

O CASO

O índio Leo Akay Munduruku foi assassinado a pauladas e facadas, durante um assalto, em junho deste ano. O crime provocou revolta entre os Munduruku, que chegaram a invadir o quartel da Polícia Militar e atearam fogo ao prédio.

Os índios pediram que os assassinos fossem entregues a eles para que os próprios julgassem e condenassem os assassinos, mas o pedido foi negado pelo Governo.

Leo Akay fiscalizava para os caciques da tribo a quantidade de ouro retirada do garimpo instalado na terra indígena e teria em seu poder três pepitas de ouro, o que pode ter motivado o assalto e morte.

SANTA LUZIA DO PARÁ: Ex-prefeito que deixou de prestar contas é multado

Ex-prefeito que deixou de prestar contas é multado

O ex-prefeito de Santa Luzia do Pará Raimundo Nonato Vieira da Costa foi condenado pela Justiça Federal à perda de seus direitos políticos por três anos e ao pagamento de multa equivalente a 30 vezes o valor da remuneração mensal que ele recebia como prefeito. Ele é acusado de não prestar contas dos recursos recebidos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental (Fundef) entre 2003 e 2004.

A sentença, assinada pela juíza federal Lucyana Said Daibes Pereira, foi publicada no processo em que o procurador da República José Augusto Torres Potiguar acusou o ex-prefeito de deixar de prestar contas dos recursos recebidos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental (Fundef) entre 2003 e 2004.

A multa ao ex-prefeito será revertida para o Fundef.

PARÁ: Justiça Eleitoral já liberou 5 mil candidatos

Justiça Eleitoral já liberou 5 mil candidatos

Números foram divulgados pelo Tribunal Superior Eleitor


 
Cinco mil candidatos no Pará já foram liberados pela Justiça Eleitoral para concorrer ao pleito de outubro, de acordo com informações do Sistema de Divulgação de Candidatos (Divulgacand) do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os números ainda são parciais e estão sujeitos a alterações. Porém, evidenciam o longo caminho que os 97 juízes eleitorais, que estão cuidando dos registros no Pará, ainda precisam percorrer para cumprir o prazo legal de 5 de agosto, para que todos estes pedidos estejam julgados em primeira instância. Este ano, 18.088 candidatos vão disputar o voto do eleitor no Estado. São 478 chapas concorrendo à eleição majoritária, ou seja, aos cargos de prefeito e vice. E outros 17.132 candidatos pleiteando vagas no Legislativo Municipal. Deste universo, 580 políticos sofreram pedidos de impugnação ao registro de candidatura, seja por meio de ações propostas pelo Ministério Público Eleitoral ou pelas coligações, partidos ou candidatos adversários. Ou ainda por meio de notícias de inelegibilidade fornecidas pelos cidadãos. O tempo para apreciação destes recursos, no entanto, é curto. Faltando apenas uma semana para fim do prazo, apenas 60 pedidos de impugnação já foram julgados. Deles, 38 acusações foram consideradas improcedentes e os candidatos poderão concorrer normalmente, 19 tiveram o registro indeferido e três já estão, inclusive, recorrendo da decisão ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

BELÉM/PA: Servidores municipais da saúde de Belém vão paralisar

Servidores municipais da saúde de Belém vão paralisar

Trabalhadores reivindicam recuperação de perdas salariais, melhor remuneração e PCCR


Melhoria das condições de trabalho nas unidades de saúde, recuperação de perdas salariais, melhor remuneração, implantação do Plano de Cargos, Carreiras e Remunerações (PPCR). Estas são algumas das reivindicações dos profissionais que atuam na rede municipal de saúde, que deverão cruzar os braços a partir da próxima quinta-feira, 2 de agosto. A greve unificada foi anunciada no último dia 19, após assembleia geral dos profissionais ligados à Secretaria Municipal de Saúde (Sesma), representados por doze sindicatos. Segundo os servidores, a greve foi o último recurso depois de várias tentativas de negociação com a gestão municipal. O objetivo dos trabalhadores é mobilizar a maior parte dos profissionais que atuam na Sesma, - cerca de 7 mil, ao todo - para chamar a atenção para as demandas das categorias. Os médicos da rede municipal já estavam em greve desde junho. Agora, a partir da semana que vem, também devem parar os enfermeiros, nutricionistas, psicólogos, dentistas, farmacêuticos, assistentes sociais, fisioterapeuatas, terapeutas ocupacionais e técnicos em radiologia. Os sindicatos aos quais os profissionais são ligados elaboraram uma pauta única contendo as oito principais reivindicações em comum, que envolvem, principalmente, melhores condições de trabalho nas unidades de saúde e hospitais do município e questões salariais - como a incorporação de abonos ao vencimento-base dos profissionais, pagamento de vale-alimentação a todos os profissionais da secretaria, recuperação de perdas históricas e a implantação do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR) na saúde. 'A paralisação foi decidida por unanimidade, porque a situação já chegou ao limite. Os servidores já não aguentam mais trabalhar sob as condições atuais, tanto em relação à infraestrutura quando à questão salarial'. O desabafo é de Antônio Oliveira, um dos coordenadores do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde no Estado do Pará (Sindsaúde), envolvido na mobilização. Ele afirma que as unidades de saúde de Belém carecem de estrutura para atendimento. 
 
'Antes de decidir pela greve, fizemos várias visitas às unidades de saúde e constatamos que as condições estão cada vez mais precárias, em alguma delas, não se tem o mínimo para trabalhar. Na semana passada, o DEVS [Departamento de Vigilância à Saúde], na Angustura, teve a água cortada por falta de pagamento, e a situação durou mais de quatro dias para ser resolvida. No Pronto-Socorro da 14, atualmente, só tem dois banheiros funcionando em todo o hospital, porque os outros estão interditatos. Esses são apenas alguns exemplos do que o profissional da saúde e o paciente têm que passar na saúde de Belém, e é por isso que resolvemos paralisar', explica o coordenador
do sindicato.  Fonte: Jornal Amazônia